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Um PAC mais enxuto

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Um PAC mais enxuto

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Um dos mais ambiciosos planos de infraestrutura e logística do planeta, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) completa 10 anos no mesmo ritmo da economia brasileira: estagnado. Lançado em 2007, o programa previa investimentos da ordem de R$ 1 trilhão e quase uma década depois, com 40% desse valor desembolsado (R$ 403 bilhões), o governo Michel Temer pretende mudar o nome do programa e investir apenas nas obras que podem ser concluídas até o final do seu mandato, em 2018.

No Rio Grande do Sul, um dos empreendimentos prioritários é a nova ponte do Guaíba. O orçamento deste ano reserva R$ 230 milhões para a obra. Até agora, já foram investidos R$ 275 milhões, o que garantiu execução de 42%. Outros empreendimentos anunciados para o Estado devem andar em ritmo lento.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, o novo cronograma está sendo estipulado em razão do volume de dívidas do PAC deixadas pela administração petista, cujas pendências terão prioridade no governo Temer. Dos R$ 42 bilhões liberados pelo Tesouro Nacional em 2016, R$ 21,9 bilhões foram de restos a pagar. O PAC praticamente parou. Agora vai voltar



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