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Um Brasil se agigantando

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Um Brasil se agigantando

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Na última semana vimos diversas pessoas nas ruas clamando por um Brasil melhor. Diante dos graves acontecimentos que afetaram a estabilidade política, econômica e social do Brasil, entidades, associações e empresas também começaram a se posicionar mais claramente.

Frente ao cenário instável, a Abtra (Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados) também expressou por meio de comunicado oficial essa manhã seu apoio às ações harmônicas dos três Poderes da República “no sentido de apressar as mudanças necessárias ao País”.

De acordo com o comunicado da Associação, “o setor portuário produtivo, a iniciativa privada em sua totalidade e a sociedade em geral não toleram mais a incerteza resultante dos desacertos na condução da política e da economia nacional”.

E enfatizou que “o Brasil precisa de um governo democrático com indispensável credibilidade para reconduzir o Brasil à rota da governabilidade, da solidez fiscal e financeira, da segurança jurídica aos investimentos privados e do desenvolvimento social, resgatando-o, assim, à condição de grande economia mundial”.

Haroldo Piccina, presidente do Sindicomis (Sindicato das Comissárias de Despachos, Agentes de Carga e Logística do Estado de São Paulo) também expos sua opinião sobre o atual cenário político brasileiro. “O Brasil tornou-se um país de um poder só, porque a inoperância dos outros dois é gritante. O Judiciário está no comando do Brasil, decidindo como será nosso futuro. Executivo e Legislativo perderam a credibilidade em todos os setores da sociedade, porque têm demonstrado trabalhar muito mais por seus próprios interesses que pelos da nação”, disse.

Mostrando total indignação, Piccina mostrou sua preocupação com o setor e afirmou que a impressão que fica é a de que nada está sendo feito para reverter a situação e que a espera é por “ventos mais favoráveis”. “Sabemos que estes ventos não virão: a queda fortíssima no comércio internacional esvaziou os terminais de contêineres e as baixas nos preços do petróleo e do minério de ferro estão refletindo negativamente em todo o mundo”, destacou.

Favoráveis a renúncia de Dilma por pagar um custo, como afirmou Piccina, “de ter quebrado o Brasil”, o setor, aguarda por mudanças fundamentais para a volta do crescimento e competitividade do País. “Está na hora de assumirmos nosso papel e recolocarmos o Brasil na posição em que ele deve estar, e não naquela que meia dúzia de pessoas sonham que ele venha a se tornar. Só queremos nosso Brasil de volta, o resto sabemos fazer melhor que este bando que infestou o governo sem qualquer competência para gerir um Estado”, finalizou o presidente do Sindicomis.

Fonte: Guia Marítimo



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